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Ondas de areia dourada

TCE avança com reajuste maior que o Executivo e retroativo de mais de 10 anos

  • Foto do escritor: Caserna Digital
    Caserna Digital
  • 24 de mar.
  • 2 min de leitura

Enquanto servidores do Executivo ainda lutam por recomposição inflacionária, a aprovação de um reajuste para o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG) acendeu um alerta — e também revolta — entre diversas categorias do funcionalismo em Minas Gerais.


A proposta foi aprovada em primeiro turno pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) nesta terça-feira (24/3), fixando um reajuste de 10,94% para os servidores do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais. O percentual é mais que o dobro dos 5,4% previstos para os servidores do Executivo estadual, que abrange áreas como educação, saúde e segurança pública.


Além do índice elevado, o projeto também prevê o pagamento de valores retroativos que podem alcançar mais de uma década, com referência a períodos anteriores a 2014. Na prática, isso pode representar um impacto financeiro significativo e benefícios acumulados para os servidores do órgão.


O contraste com a realidade de outras categorias é inevitável. Profissionais da segurança pública, da saúde e da educação vêm acumulando perdas inflacionárias ao longo dos anos e seguem pressionando o governo estadual por uma recomposição mais justa.


A diferença entre os percentuais reforça a percepção de tratamento desigual dentro do serviço público mineiro, especialmente em um momento de forte mobilização por valorização salarial. Para especialistas, medidas desse tipo aumentam a pressão política sobre o governo, que passa a ser cobrado por uma política mais equilibrada de reajustes.


O tema ainda deve avançar para o segundo turno na ALMG, e a expectativa é de que o debate se intensifique nos próximos dias, tanto no meio político quanto entre os servidores.


Fonte: O Tempo

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