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Ondas de areia dourada

Reajuste de 5% aos servidores é o máximo, diz Zema: ‘Sempre fiz questão de cumprir a lei’

  • Foto do escritor: Caserna Digital
    Caserna Digital
  • 14 de mar.
  • 2 min de leitura

Governador diz que a situação fiscal de Minas Gerais não permite aumentar folha de pagamento


O governador Romeu Zema (Novo) jogou um balde de água fria nos servidores públicos que ainda tinham esperança de um reajuste maior em 2026 para compensar perdas inflacionárias acumuladas em anos sem aumento salarial para o funcionalismo.


Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no Youtube, nesta sexta-feira (13/3), ele destacou que a situação fiscal do Estado não permite ampliar a folha de pagamento.


Quem acompanha o comprometimento da folha de pagamento com a receita sabe que nós estamos nos 49%, que é o que a lei prevê. E eu sempre fui uma pessoa que faz questão de cumprir a lei, entende? Então está no limite. Com o tempo, à medida que os anos passarem e o Estado estiver com a adesão ao Propag, e esse serviço da dívida for reduzido, com certeza haverá melhorias. Mas hoje a situação do estado está muito difícil”, disse.


Como mostrou reportagem de O TEMPO, o governador — que marcou sua renúncia para o próximo dia 22 de março — vai encerrar seus dois mandatos com três reajustes concedidos aos servidores ao longo de mais de sete anos de governo.


Uma proposta de reajuste de 5,4% foi encaminhado à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e aguarda tramitação.


Zema, que pretende disputar a Presidência da República possivelmente contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), também aproveitou para criticar o governo federal e disse que o cenário econômico pode piorar.



“Eu governei esses sete anos com o nariz aqui, ó, no nível da água, entendeu? Respirando assim por um triz”, afirmou. “Agora, devido principalmente a esses juros abusivos de 15%, provocados pelo Governo Federal, estamos tendo uma desaceleração da economia muito grande, com reflexo na arrecadação. O ICMS nestes primeiros dois meses do ano ficou muito abaixo do que estava previsto”, disse.


O governador afirmou que o momento é de preocupação e que qualquer descuido pode fazer as contas voltarem ao vermelho, com risco de atraso no pagamento de salários.


 
 
 

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