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Ondas de areia dourada

O governador Romeu Zema (Novo) deve encerrar seus dois mandatos à frente do governo de Minas Gerais com três reajustes salariais lineares concedidos aos servidores estaduais.

  • Foto do escritor: Caserna Digital
    Caserna Digital
  • 14 de mar.
  • 1 min de leitura

O governador Romeu Zema (Novo) deve encerrar seus dois mandatos à frente do governo de Minas Gerais com três reajustes salariais lineares concedidos aos servidores estaduais. O mais recente, anunciado nesta segunda-feira (2/3), prevê aumento geral de 5,4%, mas foi recebido com críticas por representantes do funcionalismo, que apontam perdas acumuladas ao longo do período. A insatisfação a insatisfação é maior porque, em 2025, não houve reajuste para a maior parte das categorias e de que os aumentos anteriores não recompuseram integralmente a inflação.



As maiores perdas, segundo os sindicatos, atingem carreiras que não têm autonomia orçamentária, como servidores administrativos, da saúde e da segurança pública. Esses grupos representam cerca de 30% do funcionalismo estadual e dependem exclusivamente de decisão do Executivo para obter reajustes.



“O governo não deu reajuste referente à inflação registrada em 2022, não deu em 2024 e não deu em 2025. Só aí, estamos caminhando para quase 20% de perdas inflacionárias nesses três anos”, afirmou Geraldo Henrique, coordenador político do Sindpúblicos, que representa diversas carreiras dos servidores estaduais.



Até agora, os reajustes lineares concedidos pelo governo Zema foram de 10,06% em 2022, referente à inflação acumulada de 2021; 4,62% em 2024, com base na inflação de 2023; e o aumento de 5,4% anunciado em 2026, que supera a inflação de 2024, de 4,26%, mas não recompõe as perdas acumuladas desde o início da gestão.


 
 
 

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