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Ondas de areia dourada

Governo envia reajuste de 5,4% para servidores de MG e segurança pública reage com preocupação

  • Foto do escritor: Caserna Digital
    Caserna Digital
  • 12 de mar.
  • 2 min de leitura


O governador de Minas Gerais, , enviou à (ALMG) um projeto de lei que prevê reajuste salarial de 5,4% para os servidores do Executivo estadual.

A proposta, que agora começa a tramitar no Legislativo, estabelece que o reajuste será retroativo a 1º de janeiro de 2026, caso seja aprovado pelos deputados estaduais.

Segundo o governo, o índice foi definido com base na recomposição inflacionária e deverá atingir aproximadamente 673 mil servidores, entre ativos, aposentados e pensionistas do Estado.

Entre as categorias contempladas estão profissionais da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Civil e demais servidores da administração pública estadual.

O impacto financeiro estimado pelo Executivo é de cerca de R$ 3,4 bilhões por ano na folha de pagamento do Estado.


Segurança pública acompanha com cautela.

Apesar do envio do projeto, integrantes da segurança pública avaliam que o percentual proposto ainda está abaixo das perdas acumuladas ao longo dos últimos anos.

Entre policiais e bombeiros, o clima é de expectativa e preocupação. Muitos profissionais lembram que a recomposição salarial tem sido uma reivindicação constante das categorias, especialmente diante do aumento do custo de vida e das exigências da atividade operacional.

Nos bastidores, representantes das forças de segurança aguardam a tramitação do projeto e a possibilidade de debates ou emendas durante a discussão na Assembleia.


Projeto ainda precisa ser aprovado

O texto enviado pelo governo agora passará pela análise das comissões da e, posteriormente, será votado em primeiro e segundo turnos no plenário.

Somente após a aprovação pelos deputados e a sanção do governador é que o reajuste poderá ser implementado oficialmente.

Enquanto isso, policiais, bombeiros e demais servidores estaduais seguem acompanhando de perto a tramitação da proposta, aguardando definições sobre o que poderá ser a primeira recomposição salarial do funcionalismo mineiro em 2026.


 
 
 

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